20090617

Mineiro dando uma má notícia...

- Alô, Sô Carlos? Aqui é o Uóshito,casêro do sítio.
- Pois não, Seu Washington, o que posso fazer pelo senhor? Houve algum problema?
- Ah, eu só tô ligano para visá pro sinhô qui o seu papagai morreu.
- Meu papagaio? Morreu? Aquele que ganhou o concurso?
- Êle mermo.
- Puxa! Que desgraça! Gastei uma pequena fortuna com aquele bicho,mas...ele morreu
de quê?
- Dicumê carne istragada.
- Carne estragada ? Quem fez essa maldade? Quem deu carne para ele?
- Ninguém. Ele cumeu a carne dum dos cavalo morto.
- Cavalo morto? Que cavalo morto, seu Washington?
- Aqueles puro-sangue qui o sinhô tinha! Eles morrero de tanto puxá carroça d'água!
- Tá louco? Que carroça d'água?
- Prapagá o incêndio!
- Mas que incêndio, meu Deus?
- Na sua casa... uma vela caiu, aí pegô fogo nas curtina!
- Caramba, mas aí tem luz elétrica! Que vela era essa?
- Do velório!
- Velório ? De quem?
- Da sua mãe! Ela apareceu aqui sem avisá e eu dei um tiro nela pensano que era ladrão!
- Meu Deus, que tragédia (começa a chorar)
- Peraí sô Carlos, o sinhô num vai chorá pur causa dum papagai, vai?

20090416

O eterno problema do Ć ao invés do Ç

As línguas européias orientais acentuam o c, enquanto nós latinos utilizamos o ç. Isso para sistemas Linux é uma eterna perturbação, dentre algumas outras.

Eu utilizo em meu sistema o idioma inglês, e no meu notebook o teclado é o padrão US Internacional. Como escrevo documentos e e-mails em português, acabo ficando bem irritado quando preciso utilizar o ç e me aparece um c com acento. Apesar de utilizar o KDE, preciso me preocupar não só com a acentuação em aplicativos que utilizam a biblioteca QT, mas também nos que utilizam a GTK como o Open Office e o Firefox.

Meu locale aparece da seguinte forma:
fred@persefone ~ $ locale
LANG=en_US.UTF-8
LC_CTYPE=en_US.UTF-8
LC_NUMERIC=pt_BR.UTF-8
LC_TIME=pt_BR.UTF-8
LC_COLLATE=en_US.UTF-8
LC_MONETARY=pt_BR.UTF-8
LC_MESSAGES=en_US.UTF-8
LC_PAPER=en_US.UTF-8
LC_NAME=en_US.UTF-8
LC_ADDRESS=en_US.UTF-8
LC_TELEPHONE=pt_BR.UTF-8
LC_MEASUREMENT=pt_BR.UTF-8
LC_IDENTIFICATION=en_US.UTF-8
LC_ALL=
Vamos à resolução do problema. Primeiro para a QT:
sudo -i
cd /usr/share/X11/locale/en_US.UTF-8
cp Compose Compose.original
sed -i 's/Ć/Ç/g;s/ć/ç/;' Compose
exit
Estes cinco passos acima irão trocar todas as ocorrências do c acentuado por ç, possibilitando que todos os aplicativos que utilizam a QT façam corretamente o ç. O problema aqui é que estes passos deverão ser repetidos sempre que a libX11 for atualizada.

Para a GTK os passos são mais simples, bastando editar o arquivo "/etc/gtk-2.0/gtk.immodules" e, na linha que faz referência ao módulo cedilla, acrescentar o en à lista de línguas que utilizam o módulo em questão.
"cedilla" "Cedilla" "gtk20" "/usr/share/locale" "en:az:ca:co:fr:gv:oc:pt:sq:tr:wa"
Esta atualização deverá ser feita toda vez que for atualizada a gtk+-2.

É isso aí, divirta-se com o ç funcionando corretamente.

20090324

Dia de Ada Lovelace

Ada Lovelace foi uma importante figura feminina para o mundo da tecnologia. Ada é reconhecida como a primeira mulhere a programar um computador no mundo, em 1842/1843. O dia de Ada Lovelace é um dia internacional para postar e chamar a atenção para mulheres que fazem a diferença no mundo da tecnologia. Eu assinei a petição criada para chamar atenção para este dia e, portanto, aqui vai a minha contribuição.

A mulher de quem eu vou falar, por acaso é uma grande amiga com quem eu já tive o prazer de trabalhar na mesma equipe e hoje trabalhamos, apesar de estarmos em empresas diferentes, para um cliente em comum.

Janaína Falchetto, uma mulher extraordinária com conhecimentos técnicos suficientes para suportar uma discussão acalorada com qualquer "marmanjo" geek, única mulher em uma equipe de oito pessoas, faz sua voz ser ouvida e está recebendo reconhecimento por suas soluções criativas e inovadoras.

Janaína é formada em computação, tem algumas certificações da Microsoft e hoje está especializando-se em gestão de competência e gerenciamento de crises. É uma mulher que eu admiro e de quem gosto muito.

* ALD09post

20090227

Se as Distros Fossem Mulheres…

Ubuntu

O Ubuntu é como uma garota Danete: pronta para comer. Possui um arsenal de posições muito vasto, muito dos quais você provavelmente não vai usar. Se já definiu seu estilo, vai acabar descobrindo que, apesar de uma carinha simples, por trás ela é uma Grande Perua, cheia de joias pra tudo quanté lado, o que vai te enjoar.

Costuma ser lentinha pra fazer as coisas, mas geralmente as faz sem grandes problemas. O fato dela estar sempre no comando muitas vezes vai fazer você querer pular a cerca, mas, não se preocupe - ela não tem ciúmes. Para muitos, o casamento perfeito, mas para quem gosta de se sentir no comando, provavelmente ela é um pouco egocêntrica.

Grande parte da moral dela com as outras garotas provém da sua incrível capacidade de fazer marketing pessoal, que é, de fato, muito bom, indo até atender o cliente em sua própria casa, sem custo adicional.

openSUSE

É uma garota meio blasè, irmã ‘‘dada’’ da SUSE Linux Enterprise (que, por sua vez, é a vendida aos homens de negócios), muito atrativa, mas quando abre a boca só fala merda. Por isso mesmo, tornou-se modelo, onde tem que ficar de boca bem fechada.

Pelo YaST é referenciada como a ‘‘garota peituda’’ do mundo do Linux: apreciada, porém nem sempre bem utilizada. Gosta de te dar a sensação de que você tá por cima, mas logo acaba te surpreendendo com você em baixo.

Fedora

O Fedora é aquela garota, jornalista, sempre antenada nas novidades, sempre se enfiando onde o futuro parece mais próximo, mesmo que se quebre & fique com uns hematomas depois. Do tipo ‘‘bonita, mas perigosa’’, sempre vai ser uma boa companhia para quem tem paciência com suas excentricidades.

Slackware

Sra. Slackware. É a velha sábia, respeitada na comunidade, bem como aqueles que sabem conversar com ela são respeitados. Faz tudo na mão; não gosta de modernices. Você até pode dar uma roupa nova pra ela, mas o coração velho ainda vai pulsar com força. Com ela, nada de carro: se quiser chamar pra sair, venha com a carroça mesmo.

Apesar de velha, não se engane: é com ela que vai aprender & se iniciar nos Mistérios da Arte.

Debian

É a mãe de muita gente. ‘‘Filho do Debian!’’ é um antigo xingamento geek. Conhecida por sua estabilidade e rigidez, deu muitos bons frutos, exatamente por seu humor singular. Não costuma causar grandes problemas se você andar na linha e souber o que está fazendo, nem gosta muito de novidades, a não ser quando elas provam sua utilidade.

Novamente, não cometa erros antes de experimentar: é uma das primeiras no ramo, mas tá com tudo em cima.

Gentoo

O Gentoo é uma garota novinha, chata de entender, que você tem que ensinar tudo, inocentezinha, mas extremamente flexível. Quando ela cresce e você olha pra ela, toda formosa, dá até orgulho de pensar ‘‘puxa, eu fiz isso!’’.

Fica do jeito que você quiser, é pau pra toda obra, e desenvolve uma relação toda especial contigo. Mas, escute bem: ela também tem as exigências dela, como tempo & atenção. Uma garotinha adorável do começo ao fim. Mas, por favor, só tente algo ousado quando ela crescer, ok?


Copiado na cara dura daqui.

20090218

Nunca, nunca mesmo, deixe de pagar ao seu advogado

Amit era um alto funcionário da corte do Rei Akbar.

Há muito tempo, nutria um desejo incontrolável de chupar os voluptuosos seios da Rainha até se fartar. Todas as vezes que tentou, deu-se mal. Um dia, ele revelou seu desejo a Birbal, principal advogado da região e pediu que ele fizesse algo para ajudá-lo. Birbal, depois de muito pensar e estudar o assunto - concordou, sob a condição de Amit lhe pagar mil moedas de ouro.

Amit aceitou o acordo, todavia, não formalizado por escrito.

No dia seguinte, Birbal preparou um líquido que causava comichões e derramou-o no soutien da Rainha, enquanto esta tomava banho. Logo a comichão começou e aumentou de intensidade, deixando o Rei preocupado e a Rainha desesperada. A corte fazia consultas a médicos, quando Birbal disse que apenas uma saliva especial, se aplicada por quatro horas, curaria o mal. Birbal também disse que essa saliva só poderia ser encontrada na boca de Amit.

O Rei Akbar ficou muito feliz e então chamou Amit que, pelas quatro horas seguintes, se fartou de gozar, chupando à vontade as suculentas e deliciosas mamas da Rainha. Lambendo, mordendo, apertando e passando a mão, ele fez finalmente o que sempre desejou.

Satisfeito, encontrou-se no dia seguinte com o advogado Birbal.

Com o seu desejo plenamente realizado e a sua libido satisfeita, Amit recusou-se a pagar ao advogado.

Amit sabia que, naturalmente, Birbal nunca poderia contar o facto ao Rei.

Mas Amit subestimou o advogado.

No dia seguinte, Birbal colocou o mesmo líquido nas cuecas do Rei.

O Rei mandou chamar Amit…

Moral: Nunca, nunca mesmo, deixe de pagar ao seu advogado

Tirado daqui.

20090217

A Gramática Nua e Crua

Recebi há um tempo atrás este texto em um e-mail de um amigo. Até procurei o autor, mas não consegui encontrar.

Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos. O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade,começou a se insinuar, a perguntar, a conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice.
De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto. Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar. Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto.
Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros. Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.
Estavam na posição de primeira e segunda pessoas do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história. Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou, e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente.
Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino. O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.

20081230

Conceito de Loop

O diretor disse à secretária:
- Vamos viajar para o exterior por uma semana, para um Seminário. Faça os preparativos da viagem!

A secretária faz uma chamada para o marido:
- Vou viajar para o exterior com o diretor por uma semana. Se cuida, querido.

O marido liga para a amante:
- Minha mulher vai viajar para o exterior por uma semana, então nós vamos poder passar a semana juntos, meu docinho!

A amante liga para um menino a quem dá aulas particulares:
- Tenho muito trabalho, na próxima semana não precisa vir às aulas.

O menino liga para o seu avô:
- Vô, na próxima semana não tenho aulas, a minha professora estará ocupada. Vamos passar a semana juntos?!

O avô (que é o diretor desta história) liga para a secretária:
- Vou passar a próxima semana com o meu neto, então não vou participar daquele Seminário. Pode cancelar a viagem.

A secretária liga para o marido:
- O diretor da empresa mudou de idéia e acabou cancelando a viagem.

O marido liga para a amante:
- Não poderemos passar a próxima semana juntos, a viagem da minha mulher foi cancelada.

A amante liga para o menino das aulas particulares:
- Mudança de planos: esta semana vamos ter aulas como normalmente.

O menino liga para o avô:
- Vô, a minha professora disse que esta semana tenho aulas. Desculpe-me, não vai dar para fazer-lhe companhia.

O avô liga para a sua secretária:
- Meu neto acabou de dizer que não vai poder ficar comigo essa semana.

(volte ao início do texto)

Saiu daqui.

20081015

Constatação do Dia

Você sabe que o seu carro está sujo quando dois flanelinhas te perguntam se você quer lavar e antes que você possa responder ele já diz que não quer lavar o carro não.

20081006

Senhas


Você tem um monte de senhas? Costuma gerar uma senha para cada site que acessa? Ou mesmo vive esquecendo os usuários que cadastra nos sites?

Então o KeePass é pra você! Ele tem versões para Windows (keepass), Linux (keepassx) e Pocket PC (keepasssd). O melhor é que as bases são compatíveis entre as versões, ou seja, você pode gerar a base no Windows e usá-la normalmente em suas máquinas Linux e até no seu PDA Pocket PC.

Também recomendo para quando você tiver situações de administração compartilhada, onde mais de uma pessoa administra as mesmas máquinas/ativos de rede.

A segurança da base pode ser feita tanto por senha quanto por certificado digital. Muito bom!

;)

20081002

Filtros de Tato

Esse texto é, na verdade, um ensaio "científico" escrito por Jeff Bigler e que pode ser encontrado aqui (em inglês). Eu tomei a liberdade de fazer uma tradução livre do texto, já que acho a análise dele muito interessante.

Todas as pessoas possuem um "filtro de tato", que aplica tato em uma direção para tudo que passar através dela. A maioria das "pessoas normais" têm este filtro de tato posicionado para aplicar tato na direção de saída. Assim, qualquer coisa que as pessoas normais dizem recebe a quantidade apropriada de tato aplicada antes de dizerem. Isto é por que enquanto eles cresciam, seus pais viviam condicionando-os com frases do tipo: "Se você não pode dizer alguma coisa agradável, não diga nada!"

Os "Nerds", ao contrário, têm seus filtros de tato posicionados para aplicar tato em tudo que chega a eles. Sendo assim, qualquer coisa que é dito a eles recebe a quantidade apropriada de tato quando eles ouvem. Isto se dá por que quando os nerds estavam crescendo, eles eram continuamente provocados e seus pais diziam coisas tipo: "Eles só estão dizendo estas coisas maldosas porque eles estão com inveja. Eles não pensam realmente desta forma."

Quando pessoas normais conversam entre si, ambas normalmente aplicam a quantidade apropriada de tato a tudo que eles dizem, e ninguém fica magoado. Quando nerds conversam entre eles, ambos normalmente aplicam a quantidade apropriada de tato a tudo que eles ouvem, e ninguém fica magoado. Entretanto, quando pessoas normais conversam com nerds, os nerds geralmente ficam frustrados porque as pessoas normais parecem estar se esquivando os problemas reais e não dizendo o que eles realmente querem dizer. Pior ainda, quando nerds falam com pessoas normais, as pessoas normais geralmente sentem-se magoadas porque os nerds não aplicam tato, assumindo que as pessoas normais irão receber seus argumentos e aplicar qualquer que seja a quantidade de tato necessária.

Sendo assim, nerds precisam entender que pessoas normais precisam aplicar tato a tudo que eles dizem; eles se sentem realmente desconfortáveis se eles não conseguem fazer isto. Pessoas normais precisam entender que apesar do fato de os nerds normalmente serem completamente sem tato, as coisas que eles dizem raramente são de carater pessoal e não devem ser entendidas desta forma. Ambos os tipos de pessoa precisam ser mais pacientes quando lidando com alguém cujo filtro de tato é o inverso do seu próprio.